Alta circulação de enterovirus não pólio em crianças hospitalizadas com gastroenterite aguda em Belém, Estado do Pará, Norte do Brasil

  • Bruna Daniele Lisboa Mota Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Jacqueline Cortinhas Monteiro Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Felipe Bonfim Freitas Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Antônia dos Santos Alves Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Edna da Silveira Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Euda Galiza Primo Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Clareana Costa Campelo Cunha Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Ana Lúcia Monteiro Wanzeller Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Alexandre da Costa Linhares Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
  • Fernando Neto Tavares Seção de Virologia, Instituto Evandro Chagas/SVS/MS, Ananindeua, Pará, Brasil
Palavras-chave: Enterovírus Não Pólio, Gastroenterite, Detecção

Resumo

Os enterovírus são transmitidos por vias fecal-oral e respiratória e pode ser associado a casos esporádicos e surtos de gastroenterite. Um agente causativo em aproximadamente 40% dos casos de diarreia que permanecem não diagnossticados. Enterovirus não pólio foram detectados em 46 (26%) de 176 amostras de fezes com diarreia, tanto no ensaio de RT-PCR em tempo real (rTR-PCR) como em semi-nested RT-PCR. Este estudo apresenta uma elevada circulação de enterovírus em crianças com gastroenterite aguda na Cidade de Belém, Estado do Pará, Brasil.

Publicado
2018-11-14
Seção
Comunicação